Hospital Municipal Major Antonio Cândido – Batatais

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Objetivos: prestar assistência à saúde nas especialidades de clinica médica, clínica cirúrgica, ginecologia e obstetrícia, com apoio de profissionais de assistência social e psicológica. Dispõe de um ambulatório especializado para o atendimento de mulheres vítimas de violência sexual e violência doméstica, realiza aconselhamento e profilaxia em DST/Aids.

Atividades desenvolvidas: assistência médica, psicológica e orientação social para os casos de violência sexual e aborto previsto em lei. Atendimento para situações de violência doméstica e violência sexual.

Como é o atendimento:

Condições para o atendimento: deve-se procurar o serviço munido de documento de identificação e cartão SUS. Atende crianças e adolescentes de ambos os sexos, residentes na região de Batatais.

Equipe: multiprofissional (médicos, enfermeiros, técnicos/auxiliares de enfermagem, entre outros).

Período de atendimento: das 7 às 18 horas, de segunda à sexta-feira (dias úteis);  24 horas (atendimento de emergência).

Dados para contato:
Rua Dr. Manoel Furtado, 235, Centro
CEP: 14300-000 Batatais – SP
Telefone: (16) 3660 14 44

2 thoughts on “Hospital Municipal Major Antonio Cândido – Batatais

  1. Em outubro fiz uma cirurgia e utilizei o hospital pelo convênio. Fiquei no andar superior, em apartamento, fui bem atendida e sai satisfeitíssima com a higiene, atenção, profissionalismo e conhecimento dos profissionais…
    Para minha surpresa, internei-me ontem (10) no quarto 26, pelo mesmo convênio e tudo aqui ficou diferente, a começar pelo excesso de barulho. Não o da construção, mas o da sala das enfermeiras estagiárias…
    Presenciei vendedora vindo cobrar enfermeira no quarto onde estava e o assunto rendeu, tirando a atenção da profissional.
    Hoje, pela manhã, tiraram o soro às 10h e deixaram pronto para fosse colocado novamente às 14h, e os problemas começaram novamente: o sangue coagulou, depois de várias tentativas para recuperar o acesso, pedi que tirassem tudo e que procurassem nova veia. Assim o fizeram, só que colocaram o soro e esqueceram de conectar o tramal. Acendi a luz e 25 minutos depois sem atendimento, mas percebendo os vários sons da sala a frente das enfermeiras, provavelmente estagiárias, para ser atendida, levei o suporte para que fosse conectada a medicação corretamente.
    Não parou por ai: à noite teve mais um episódio semelhante e fui atendida depois de 40 minutos, e o chefe dos enfermeiros quando soube que eu estava escrevendo esta mensagem se indignou, mesmo eu tentando argumentar que só assim a diretoria tomaria conhecimento do despreparo e da insuficiência de profissionais.
    Além de ver outros problemas, não tenho apenas críticas, mas também sugestões de soluções práticas, simples e sem custo ao hospital.

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