Hospital Municipal do Jabaquara – Artur Ribeiro Saboya – Serviço de Atendimento a Violência Sexual

Nova Pesquisa

Objetivos: oferecer atendimento à mulher vítima de violência sexual.

 

Atividades desenvolvidas: realiza assistência médica, psicológica e orientação social para os casos de violência sexual. Se for necessária a realização do aborto legal, as usuárias são direcionadas para serviços onde realizam a interrupção da gravidez, após verificação de serviços na sua região.

 

Como é o atendimento: normalmente a mulher vem encaminhada da Delegacia de Mulher ou pela sociedade em geral.

 

Condições para o atendimento: no caso de violência atende crianças, adolescentes e adultos de ambos os sexos no Pronto Socorro.

 

Equipe: uma coordenadora, uma psicóloga, um assistente social e um médico do programa.

 

Período de atendimento: das 8 às 17 horas, de segunda à sexta-feira (dias úteis), para o atendimento ambulatorial do programa de violência sexual. Atendimento 24 horas para a assistência imediata a vítima de violência.

 

Dados para contato:
Avenida Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, 860, Jabaquara
CEP: 04330-020 São Paulo – SP
Telefone: (11) 5013 53 00 e (11) 5013 54 01
Email: igpereira@prefeitura.sp.gov
Ponto de referência: próximo à estação de metrô Jabaquara.

10 thoughts on “Hospital Municipal do Jabaquara – Artur Ribeiro Saboya – Serviço de Atendimento a Violência Sexual

  1. Tive uma relação com uma mulher e ela engravidou, ela não quer ter o bebê, pois ela está muito nervosa corre o risco de perder o novo emprego, já que ela saiu do antigo de 7 anos de casa; ela está pensando em suicídio não quer que eu assuma, não quer que a família saiba. Ela está angustiada, estressada, com depressão e todo estado de nervo e psicológico abalados; ela quer fazer um aborto, diz que é a única forma de voltar a viver. Vocês podem ajudá-la, por favor é única forma de proteger a integridade física e psicológica dela. Não sei o que fazer peço ajuda, ela já está com um mês e três semanas.

    • Prezado usuário. Agradecemos o contato. Entendemos a sua situação e solicitamos que vocês procurem as orientações médicas e psicológicas pessoalmente, o mais breve possível. Abraço.

  2. Quero agradecer ao atendimento oferecido ao meu filho, no dia 06/07/13 pelo AMA e depois o cuidado com que dispensaram a ele. Nós ficamos extremamente agradecidos pela atenção já que nos dias de hoje só se ouve muitas criticas. Muitas vezes só reclamamos e nunca agradecemos, por isso novamente obrigado a todos!

  3. Boa noite, minha irmã vai ganhar bebê e gostaria de saber se pode conhecer a maternidade, pois ela esta muito nervosa.
    Isso seria possível? como podemos fazer.

    • Prezada usuária, deve-se fazer contato diretamente com o serviço de interesse, pessoalmente ou por telefone, para obter essas informações. tel. (11) 5011-5111. Av. Dr. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro , 860.

  4. Fui estrupada por dois caras indo embora pra casa em um parque eles me abortaram na calçada me levaram no meio de um lugar com arvores e me forçaram a tirar a roupa quando me neguei eles me bateram muito e me fizeram ter relações sexuais a força, depois de tudo eles me chutaram e mandou eu sair fora, cheguei na casa de uma colega mentindo que briguei com uma mulher na porta do sertanejo e que nessa entrou a amiga pra ajuda-lá,  depois de tudo isso os dias passaram eu descobri que estava grávida de um desses caras. Comecei a corre atrás de umas amizades que tem conhecimento de alguém que vende o cytotec já comprei 8 e nada, Tenho uma filha de 3 anos moro com a minha mãe e meu irmão eu estou indo pra 5 meses de gestação, não quero ter um filho desse acontecimento eu sei que deveria ter feito um b.o antes mais morro de vergonha de chegar  na delegacia e ninguém acredita e agora penso até em um suicídio não quero essa criança já fiz algumas loucuras pra poder tirar tô pensando em até perfuração com agulha de croché. Me responda ou entre em contato comigo preciso de ajuda 97103-5948

  5. Sei que o hospital tem programa de aborto para casos de violência sexual… Sei que é exigido o BO mas não tem como fazer… Ninguém pode saber, é uma decisão minha fazer ou não o boletim… Eu descobri há uma semana que estou gravida e não quero de jeito nenhum uma criança que fique me lembrando do que aconteceu embora eu saiba que ela não tem culpa nenhuma… De nada… Mas eu não posso correr o risco que as pessoas descubram eu não quero e eu tenho esse direito. Vocês ajudam mesmo assim? Obrigada

  6. Estou gravida de quase 10 semanas, passo mau so de pensar. Me ds uma revolta, tristeza, angustia. Fui no posto de saude e nao tive coragem de dizer a verdade. Estou desesperada, nao quero continuar com isso. Tenho vergonha de dizer que fui violentada. Nao fiz boletim, e nao comentei com ninguem. Tenho filhos e nao quero que saibam do ocorrido. Nao tive nem coragem de fazer o b.o. Como podem me ajudar. Saio de casa so pra trabalhar, nao consigo fazer mais nada, vegeto, preciso de ajuda antes de fazer alguma besteira.

    • sobre o seu comentário acima, informamos que o aborto em caso de estupro é legal no Brasil, e você não precisa de um BO para faze-lo. O Hospital Pérola Byington e o Hospital Jabaquara executam o procedimento de uma forma humanizada e segura. Você só precisa ir até lá (veja os links neste guia) e contar o que aconteceu que eles providenciarão tudo para você. Faça isto logo, porque o procedimento é mais fácil e seguro nas primeiras 12 semanas.

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